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日志


5月31日

Crescimento Antecipado

VEJA
Edição 2115
3 de junho de 2009
 
 
 
Lya Luft
É o fim do mundo

"Se a menininha da televisão puder voltar a ser criança, os bugios forem deixados em paz, os gordinhos não se sentirem os últimos da face da Terra, quem sabe o fim do mundo ainda demore um pouco para chegar"

Fui uma das primeiras meninas a usar calças jeans na minha pequena cidade. Uma de minhas avós, luterana fervorosa, embora fosse uma mulher culta, exclamou: "Isso é o fim do mundo!". Nem o mundo acabou nem deixaram de acontecer coisas bem mais esquisitas, a me recordar aquele episódio, que na hora achei muito engraçado.

Lembro-me dessa expressão com certa frequência. Por exemplo, quando uma criança de 6 anos serviu de atração num programa de TV, eventualmente chorando de medo, nervosismo ou cansaço. Ninguém interveio logo. Se levassem a um programa desses, semana após semana, um filhote de cachorro para fazer gracinhas, as sociedades protetoras dos animais já estariam reclamando. (Quem cuida dos humanos?) Finalmente, uma promotora impediu a criança de exercer esse "trabalho". Parabéns – e que não haja recurso.

Lembro-me de minha avó espantada quando assisto ao sofrimento de mulheres magras, muito magras, constantemente lutando para perder mais uns gramas, olhos ávidos da eterna dieta, sorriso forçado de automutiladoras. Para alegria de quem sempre foi fora do esquadro, leio (eu já sabia) que alguns já arriscam dizer que se pode ser saudável e feliz com algum sobrepeso. Não precisamos nos odiar, mas ser naturais, ser quem nos fez a mãe natureza. Porém, a nova onda é a gente se torturar, por falta ou excesso: a bunda pequena, o nariz grande, a barriga balofa, os peitos caídos, os bíceps insuficientes (o ralo QI não preocupa tanto). Aí nos matamos de fome, ou ostentamos um novo nariz estranho à estrutura do rosto em que foi metido, damos uma lipinho de presente de 14 anos a nossa filha. Nós mal conseguimos falar, com uma boca ginecológica, nada sensual. Um terço do nosso dia transcorremos suando e sofrendo muito além do recomendado em academias: não para ser saudáveis, mas para estar em forma, enquanto a alma passa uma fome danada e o tempo passa, a vida encolhe, nós nos desperdiçamos perseguindo modelos impossíveis e burros.

Minha avó acharia que o mundo está por acabar diante da confusão entre pessoa pública e propriedade do público: agora o normal é querer que o outro baixe até as calças da alma e mostre as feridas. Algumas chamadas celebridades parecem forçadas a anunciar o que fazem na cama, e com quem. Elas nem são "vistas" na rua, são "flagradas": o seu mero existir já é suspeito.

O mundo vai acabar, diria minha severa avó luterana, vendo que a política se troca por politicagem, o jogo de interesses infinitamente acima do bem do povo, a calúnia como ferramenta geral. Gente atirada como bicho (bicho, não, aí viria a defesa dos animais!) em pseudo-hospitais é fato menos comentado do que mosquitos, que podem trazer febre amarela (por isso pessoas assustadas e ignorantes matam saudáveis bugios no interior). Meu amigo atropelou um simpático tatu e quase pegou cadeia; se matasse uma pessoa, sendo réu primário aguardaria em liberdade. Viva o tatu. Abaixo as pessoas. Também se comenta que moradores de rua e pseudocolonos vão ganhar Bolsa Família. Quem ainda vai querer pegar na enxada ou lavar o chão de uma casinha?

O mais novo anúncio do fim do mundo pode ser a recomendação de fazermos xixi no banho. É questão ambiental? Enquanto for só xixi que nos recomendam, estamos salvos. Sou a favor de um ambientalismo sensato, que harmonize o convívio entre natureza e humanos, não dê mais atenção a baleias do que a crianças e aceite o progresso, fomente a educação e a higiene. A gente passa anos ensinando aos filhos: não façam xixi no banho nem na piscina. Xixi no chuveiro (e na banheira também?), sinto muito: aqui em casa, não.

Nesse cenário de absurdos, às vezes falta o botão para trocar de canal. Mas, se a menininha da televisão puder voltar a ser criança, os bugios da minha mata forem deixados em paz, os gordinhos não se sentirem os últimos da face da Terra, a gente não for multada por fazer xixi no vaso, quem sabe o fim do mundo ainda demore um pouco para chegar.

Lya Luft é escritora

5月30日

Para Refletir

O tempo é muito lento para os que esperam,

muito rápido para os que têm medo,

muito longo para os que lamentam,

muito curto para os que festejam.

Mas, para os que amam,

o tempo é eternidade".

 

(Shakespeare)

Ô, coitada!

Seção : Mexerico - 30/05/2009 17:33

Susan Boyle perde final para grupo de dançarinos

Reprodução youtube.com
Diversity superou Susan Boyle na opinião do público


A escocesa Susan Boyle perdeu a final do programa de calouros Britain's Got Talent, neste sábado, para o grupo de dança de rua Diversity. Boyle ficou com o segundo lugar e parecia muito nervosa antes do anúncio do resultado.

Quando descobriu que não tinha sido a vencedora do prêmio de 100 mil libras (equivalente a aproximadamente R$ 320 mil) e da oportunidade de se apresentar diante da Rainha, Boyle parabenizou o grupo Diversity e disse que eles eram "divertidos". Ela também fez caras e bocas e levantou um pouco a saia, mostrando as pernas para as câmeras.

A companhia de dança de rua Diversity tem dez integrantes e vem de Essex, no leste da Inglaterra. Os dançarinos, de várias idades, se jogaram no chão e choraram quando descobriram que tinham ficado com o primeiro lugar.

Um deles, Ashley Banjo, disse que a competição tinha mudado as vidas deles.

Assista ao vídeo da apresentação do Diversity

 

Reprodução youtube.com
Susan Boyle encantou em sua terceira apresentação, mas ficou com o segundo lugar
SONHO

Mais cedo, a apresentação final de Boyle fez a plateia aplaudir de pé e rendeu elogios dos jurados. Ela voltou a cantar a música I Dreamed a Dream, do musical Les Miserables.

A canção é a mesma de sua primeira aparição no programa britânico que, há menos de dois meses, tornou-se um dos vídeos mais vistos na história no site YouTube e fez Boyle ficar famosa no mundo inteiro.

O jornalista Piers Morgan, um dos jurados do programa, deixou a imparcialidade de lado depois de sua apresentação e disse que Boyle merecia ganhar o prêmio, mas a declaração não foi suficiente para convencer os telespectadores britânicos, que acabaram dando mais votos para os dançarinos do Diversity.

Assista à terceira apresentação de Susan Boyle

 

PRESSÃO

Durante a semana, os produtores de Britain's Got Talent negaram boatos de que Boyle seria cortada do programa porque não estaria lidando bem com a pressão da fama repentina.

Piers Morgan disse que Susan Boyle estava tendo problemas para lidar com toda a atenção que vem recebendo e que pensou em deixar a competição para fugir das câmeras.

Boyle foi levada para "um local isolado" logo antes da final deste sábado e uma porta-voz do programa disse que ela só queria "se concentrar em sua apresentação" e que "o bem-estar dos concorrentes é a prioridade número um" do canal ITV.

Logo após a apresentação deste sábado, Boyle disse que "valeu a pena" suportar toda a pressão e as manchetes negativas nos tabloides britânicos.

Huuummm...

Escondidinho de carne seca na torrada
 
Escondidinho de Carne-Seca na torrada

Ingredientes

300 gr de carne seca demolhada(s)
2 colher(es) (sopa) de manteiga
12 unidade(s) de torrada(s) Bauducco
3 colher(es) (sopa) de queijo ralado

Purê

250 gr de mandioca cozida(s) e espremida(s)
1/2 xícara(s) (chá) de leite
1 colher(es) (sopa) de manteiga
quanto baste de sal

Modo de preparo


Demolhe várias vezes a carne seca para extrair o sal, até que o sabor fique adequado.
Cozinhe a carne em panela de pressão com bastante água, até que fique macia (cerca de 45 minutos).
Desfie a carne e reserve.
Em uma panela, derreta a manteiga e acrescente a carne seca desfiada, mexendo o suficiente
para que absorva toda a manteiga.
Distribua a carne sobre as torradas, coloque um pouco de purê de mandioca
e salpique o queijo ralado.
Sirva quente ou em temperatura ambiente.
 
Purê

 
Em uma panela, aqueça a mandioca cozida e espremida. Adicione o leite, a manteiga,
sal a gosto e misture bem, para formar um purê não muito grosso.
Utilize sobre a carne seca na torrada.
 

 

Matéria assinada por:
Chef Rodrigo Anunciato
Editor de conteúdo de Cyber Cook e Professor de Gastronomia na Universidade Católica de Santos.

Sucos

Rejuvenescendo com os sucos verdes

A sua despensa pode guardar o segredo para a juventude. Aprenda a fazer a receita do suco de clorofila e se surpreenda com os seus benefícios
Todas as folhas verdes e as sementes germinadas contêm inúmeros nutrientes, que incluem vitaminas, minerais, oligoelementos, fitoquímicos, aminoácidos e principalmente enzimas; por isso são considerados na nutrição moderna um alimento completo que sustentam o crescimento e desenvolvimento dos seres humanos.

O suco de clorofila* atua para melhorar a condição sanguínea, pois tem ação anti-oxidante, fornecendo todos os elementos nutricionais em grande quantidade, principalmente aqueles com capacidade de regular o metabolismo. Tudo isto, irá reparar as estruturas danificadas das moléculas do corpo e com isso reduzir a velocidade do envelhecimento.
Seguindo pela corrente sanguínea e agindo nas células do organismo inteiro, promoverá a sensação de bem estar, maior disposição e isto já é uma demonstração do início do rejuvenescimento de dentro para fora.

Dica: Tome uma vez ao dia um suco de clorofila* (pigmento verde escuro das verduras), pode ser a clorofila congelada
ou outro suco que contenha folhas verdes como, por exemplo, suco de abacaxi com hortelã, couve com laranja lima...

* Receita da clorofila caseira
A alternativa para o sache congelado de clorofila é passar folhas de couve-manteiga na centrífuga.

Acrescente 1 colher (sopa) do sumo, riquíssimo em clorofila, no preparo de sucos.
Vale também bater 3 folhas grandes de couve com 1 copo (200 ml) de suco de laranja, coar e beber.
 
Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo.

Pense!

Certa vez um brasileiro foi para a Suécia e se apaixonou uma loira espetacular. Depois de alguns meses lá, eles casaram e vieram morar no Brasil. Ela não sabia falar porra nenhuma, desculpe, nenhuma palavra de português. O maior problema era quando ela tinha que fazer compras.

Um dia ela foi à feira para comprar pés de porco. Não sabendo como fazer, ela teve que tirar os sapatos, apontar para os pés e roncar ao mesmo tempo. E assim levou os pés de porco pra casa.

No dia seguinte ela queria comprar peito de galinha. Dessa vez ela teve que desabotoar a blusa e mostrar o peito enquanto cacarejava. O pessoal da feira adorou! E assim ela levou o peito de galinha pra casa.

No terceiro dia ela tinha que comprar lingüiça e aí não teve outro jeito... Teve que levar o marido junto! Aí você já sabe o que ele teve que fazer, né?

Pois é, teve de falar!  Que mente poluída!  Esqueceu que ele fala português ?

Urologista

A senhora jura que não vai rir ? ...- perguntou o paciente.

- Claro que sim!!! respondeu exaltada. Sou uma profissional da saúde. Existe um código de ética em questão!!! Em mais de 20 anos de profissão nunca ri de nenhum paciente!!!

- Tudo bem, então, - disse o paciente.

E deixou cair as calças, revelando o menor órgão sexual masculino que ela havia visto na vida. Considerados o comprimento e o diâmetro, não era maior do que uma bateria AAA (pilha palito). Incapaz de controlar-se, a médica começou a dar risadinhas e não conseguia mais segurar o ataque de riso. Poucos minutos depois ela conseguiu recuperar a compostura.

- Sinto muitíssimo, - disse ela. Não sei o que aconteceu comigo. Dou minha palavra de honra de médica e de dama que isso nunca mais acontecerá. Agora diga-me, qual é o problema?

- Tá inchado...

Fez Bem

Impacto inibe fumantes
Estudo mostra que 39% adiam ato de fumar e 48% pensam em parar ao ver imagem
      Rodrigo Couto

      MUSTAFA OZER/AFP

      Advertência sobre efeitos nocivos do fumo no organismo constrange, mas não elimina o vício das pessoas. Em pesquisa, 80% dizem que querem largar o cigarro


Obrigatórias desde 2002 em todos os maços de cigarros produzidos no Brasil, as imagens e frases de alerta sobre os riscos de consumo do tabaco foram analisadas em estudo do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e da Universidade de Waterloo, do Canadá, segundo o qual 91,8% dos fumantes afirmaram que, se pudessem voltar atrás, não teriam começado a fumar. A pesquisa, que ouviu 717 pessoas do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, revela ainda que a publicidade obrigatória nos maços impediram que 39,1% dos fumantes pegassem um cigarro nos últimos 30 dias antes da realização do levantamento e que 48,2% ficaram propensos a deixar o vício em função das imagens no maço.

Divulgados ontem pelo Inca, os dados, preliminares, integram o estudo International Tobacco Control Policy Evaluation Project, pesquisa sobre políticas de controle do tabaco que pela primeira vez é aplicada no país. O trabalho, que engloba outros 20 países, constata que 43.8% dos fumantes fizeram esforço para evitar olhar ou pensar sobre as advertências. Outros 32,7% dos fumantes leram ou olharam atentamente para as advertências dos rótulos frequentemente ou muito frequentemente. Já 80% dizem ter vontade de largar o cigarro.

Chefe da Divisão de Controle de Tabagismo do Inca, Tânia Cavalcante diz que o estudo confirma os dois objetivos da campanha nos maços de cigarro: "Comunicar de forma contundente a realidade do risco e estimular os fumantes a largarem o vício."

Novos alertas A partir de 27 de dezembro deste ano, os fabricantes de cigarro devem disponibilizar em todos os pontos de venda do país os maços com as 10 novas imagens de advertência. Conforme resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o prazo para a produção dos pacotes com a publicidade antiga se encerrou em 26 de maio. Apesar da determinação da agência reguladora, as empresas Souza Cruz e Philip Moris e o SindiTabaco do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul ingressaram com liminares na Justiça para tentar impedir a veiculação das novas fotografias. A autarquia federal conseguiu derrubar todas as tentativas da indústria do tabaco.

As fotografias que vão ilustrar o verso dos maços a partir de dezembro fazem parte da terceira geração de imagens que os fabricantes de cigarro são obrigados a veicular. Publicada em 2001, a lei que obriga a inserção de imagens nas embalagens, advertências sanitárias e o número do telefone do Disque Saúde passou a vigorar em 2002. Dois anos depois, o Ministério da Saúde enviou 19 novas imagens, cujo custo de impressão é bancado pelas empresas produtoras de tabaco.

Oximoro

O que é oxímoro…

Oxímoro é, segundo o dicionário Houaiss, uma figura de retórica, na qual se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir-se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam uma expressão.

Por exemplo: o grito do silêncio, silêncio ensurdecedor, obscura claridade, contentamento descontente, ilustre desconhecido e por aí vai.

Noutro exemplo, Escola Superior de Guerra é um oxímoro, na opinião de Millor Fernandes. Segundo ele, sendo de guerra não poderia ser superior.

Pois é. O Brasil, além de tudo, é mesmo um país “oximoroso”. O autor da descoberta é o Professor de português Sérgio Rodrigues. Segundo ele, há um tremendo oxímoro que não sai das manchetes dos jornais nos últimos dias:

“Conselho De Ética Do Senado”

Sonho de Consumo


Casa de Cameron em Curtindo a Vida Adoidado é colocada à venda

Dá pra pagar parcelado: 100 mil dólares por mês

26/05/2009Marcelo Hessel

A casa usada nas filmagens de Curtindo a Vida Adoidado - cujo janelão foi parcialmente destruído pela Ferrari 250 GT California do pai do Cameron, lembra? - foi colocada à venda na vida real.

São quatro quartos, quatro banheiros, com lareira, aquecimento a gás, ar condicionado e três vagas na garagem. A casa foi construída em 1953 e tem um total de 492 metros quadrados. Antes que você se empolgue, o valor é de US$ 2,3 milhões de dólares (mas dá pra parcelar).

A construção elevada sobre uma ravina fica no número 370 da Beech Street, em Highland Park, no Estado de Illinois. Como o filme se passa em Chicago e Ferris vai buscar Cameron na casa dele para seu dia adoidado, podemos dizer que a geografia da região foi respeitada na ficção.

Os contatos da corretora estão aqui.

5月28日

Youku - Youtube Japonês

Acredite ou não, existe mesmo e se escreve assim mesmo!



Inté.

É una piada Purtuguesa, cum certeza!

- Como se chama um homem inteligente em Portugal?
- Turista.
5月27日

Na Sala de Aula

RESPOSTAS INTELIGENTES     
 

*Divisão*
Professor
: - O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas ?
Aluno
: - Purê de batata, professor!
 

*
Verbos*
Professor
: - Se és tu a cantar, dizes: 'eu canto'.
- Se for o teu irmão que canta, como 
dizes ?
Aluno
: - Cala a boca, Alberto.
 

*
Castigos*
Aluno
: - Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez ?
Professora
: - Não.

Aluno
: - É que eu não fiz os trabalhos de casa.
 

*Conjugação Verbal*

Professor
: - Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno:
 - Eu caminho... Ah... ...tu caminhas. Ah...ele caminha...
Professor
: - Mais depressa !
Aluno
: - Nós corremos, vós correis, eles correm!
 

*
Tempo Verbal*
Professor
: - Chovia que tempo é ?
Aluno
: - É tempo muito mau, professor.
 

*Ciências*

Professor:
 - Quantos corações nós temos?
Aluno
: - Dois.
Professor
: - Dois ?
Aluno
: - Sim, o meu e o seu !
 

*Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se*

1º Aluno
: - Acordei tarde, professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
Professor
: - Então, e tu!
Aluno:
 - E eu fui esperá-lo no aeroporto!
 

*A base da alimentação*

Professor
: Diga-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno
: - Um queijo e quatro vacas 
professor.

Um aluno de Direito fazendo um exame oral

Professor
: - O que é uma fraude ?
Aluno
: - É o que o Sr. Professor está fazendo.

Professor
: - (O professor muito indignado) Explique-se... 
Aluno
: - Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!!!

A Net e o Direito


Ataques na web
Indenização não acompanha danos causados por crimes contra a honra
Ivan Satuf/Portal Uai/D.A. Press
Para o advogado Alexandre Atheniense, os cursos de direito ainda negligenciam os potenciais da internet
Os constantes casos de calúnia, difamação e injúria na internet são sinais de alerta para milhões de internautas que navegam em sites de relacionamento. Os denominados crimes contra a honra crescem vertiginosamente no ambiente virtual, mas os tribunais de Justiça ainda não acompanham o desenvolvimento tecnológico e continuam aplicando penas brandas – na maior parte das vezes indenizações pecuniárias que não ultrapassam os R$ 10 mil – para quem tem o objetivo de atacar reputações. "A honra está valendo muito pouco na internet", adverte o advogado Alexandre Atheniense, especialista no tema.

Os argumentos dos defensores de punições mais severas para quem pratica atentados à reputação alheia na internet são fáceis de entender. A rede mundial de computadores não pode ser comparada aos meios de comunicação tradicionais. O acesso a interfaces de publicação extremamente simples e o baixo custo – ou até mesmo a gratuidade - permitem que qualquer internauta se torne um produtor de conteúdo. Além disso, a disseminação da informação alcança níveis nunca antes visto. Em poucos minutos uma mensagem pode varrer um quinhão considerável da rede, sendo transmitida por e-mails, redes de relacionamento, chats, comunicadores instantâneos como o MSN e outras tantas formas de transmissão e comunicação.

Confira 10 dicas para não virar vítima na web

'Delírios à noite'

Para se ter uma ideia do potencial nocivo da rede, basta conversar por alguns instantes com vítimas de crimes desse tipo. A.C.C., de 33 anos, foi alvo da perversidade anônima na internet. Ela teve as fotos do Orkut copiadas em maio de 2006 e viu surgir um perfil falso no mesmo site de relacionamentos, onde era apresentada como lésbica. "Fiquei desamparada. Tentei entrar em contato com o Google (empresa responsável pelo Orkut), mas só com uma ordem judicial a página foi retirada do ar, mas a empresa não cumpriu a determinação da Justiça para fornecer o IP de quem criou o perfil falso", explica a vítima.

o IP (Internet Protocol) é um conjunto de números que fornece a localização geográfica de computadores ligados em redes. Dias após o primeiro ataque sair do ar, uma segunda página foi criada. Desta vez, as imagens de A.C.C. serviam para apresentar uma garota de programa. A Justiça estipulou multa diária de R$ 1 mil ao Google por descumprir a ordem de fornecer o IP. Depois, o valor foi elevado para R$ 5 mil por dia. Somente em novembro do ano passado a empresa forneceu a íntegra dos dados, mas a demora impede a descoberta do autor das ofensas. "Eu tomava remédio para dormir e tinha delírios à noite. Minha família é de uma cidade de interior e até hoje escuto gente por lá fazendo comentários maldosos. A honra não tem preço", desabafa.

Leia também
Desconhecimento ainda é inimigo do internauta


Os danos sofridos não são facilmente contornados. Segundo a psicóloga clínica Annete Martins dos Santos, dependendo do perfil individual, a vítima pode desenvolver síndrome do pânico, transtorno de ansiedade e outros distúrbios que dificultam a sua convivência. "O paciente se vê em uma situação de impotência. Ainda que a pessoa consiga mover uma ação contra o agressor, sua intimidade já foi exposta", argumenta.

Quantia irrisória


São casos como o de A.C.C. que levantam a discussão sobre as penalidades para quem pratica crime contra a honra on-line. "Dependendo do caso, R$ 10 mil é uma quantia irrisória", afirma Alexandre Atheniense. Segundo ele, há duas explicações para o fosso existente entre os delitos praticados com uso das novas tecnologias e a cultura jurídica no Brasil. Uma delas é o atraso nas grades curriculares dos cursos de direito, que ainda não contemplam satisfatoriamente as singularidades do direito digital.

A outra explicação é a defasagem na concepção dos julgadores que, segundo o advogado, ainda não compreenderam a real dimensão da web. "Na internet o dano é exponencialmente maior se comparado, por exemplo, com algo publicado em um veículo impresso", explica Atheniense. Em relação às mídias eletrônicas, como a televisão e o rádio, também há uma distância considerável, pois a possibilidade de emissão de conteúdo está nas mãos de cada um dos internautas, bem distante da realidade concentrada dos meios de comunicação de massa.

Hackers invadem Orkut de mãe de família . Confira em reportagem da TV Alterosa:

 

Veríssimas

Crônica da Loucura
    Luis Fernando Veríssimo

O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos. Existem dois tipos de loucos. O louco propriamente dito e o que cuida do louco: o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra. Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se não era louco, ficou...

Durante quarenta anos, passei longe deles . Pronto, acabei diante de um louco, contando as minhas loucuras acumuladas. Confesso, como louco confesso, que estou adorando estar louco semanal.

O melhor da terapia é chegar antes, alguns minutos e ficar observando os meus colegas loucos na sala de espera. Onde faço a minha terapia é uma casa
grande com oito loucos analistas. Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos, pensando na loucura que vão dizer dali a pouco.

Ninguém olha para ninguém. O silêncio é uma loucura. E eu, como escritor, adoro observar pessoas, imaginar os nomes, a profissão, quantos filhos têm, se são rotarianos ou leoninos, corintianos ou palmeirenses.

Acho que todo escritor gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo. E a sala de espera de um "consultório médico", como diz a atendente absolutamente
normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela ), é um prato cheio para um louco escritor como eu. Senão, vejamos:

Na última quarta-feira, estávamos:
1. Eu
2. Um crioulinho muito bem vestido ,
3. Um senhor de uns cinqüenta anos e
4. Uma velha gorda.

Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles. Não foi difícil, porque eu já partia do princípio que todos eram loucos, como eu. Senão, não estariam ali, tão cabisbaixos e ensimesmados.

(2) O pretinho, por exemplo. Claro que a cor, num país racista como o nosso, deve ter contribuído muito para levá-lo até aquela poltrona de vime . Deve
gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o namoro e não conseguiu entrar como sócio do "Harmonia do Samba "? Notei que o tênis estava um pouco velho. Problema de ascensão social, com certeza. O olhar dele era triste, cansado. Comecei a ficar com pena dele. Depois notei que ele trazia uma
mala. Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro. Talvez apenas a cabeça. Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo. Podia ter também uma
arma lá dentro. Podia ser perigoso. Afastei-me um pouco dele no sofá. Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina.

(3) E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos? Como ele estava sofrendo, coitado. Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno
tique no olho esquerdo. Corno, na certa. E manso. Corno manso sempre tem tiques. Já notaram? Observo as mãos. Roía as unhas. Insegurança total, medo
de viver. Filho drogado? Bem provável. Como era infeliz esse meu personagem. Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas quando ele
assoou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho da outra. Faltava um botão na camisa. Claro, abandonado pela esposa. Devia morar num flat,
pagar caro, devia ter dívidas astronômicas. Homossexual? Acho que não. Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles . Tingido.

(4) Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha. Que bunda imensa. Como sofria, meu Deus. Bastava olhar no rosto dela. Não devia fazer
amor há mais de trinta anos. Será que se masturbaria? Será que era esse o problema dela? Uma velha masturbadora? Não! Tirou um terço da bolsa e
começou a rezar. Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava. Estava no quinto cigarro em dez minutos. Tensa. Coitada. O que deve ser dos filhos
dela? Acho que os filhos não comem a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos. Tinha cara também de quem mentia para o analista. Minha mãe
rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse.

Acabou o meu tempo. Tenho que ir conversar com o meu psicanalista.

Conto para ele a minha "viagem" na sala de espera.

Ele ri... Ri muito, o meu psicanalista, e diz:

- O Ditinho é o nosso office-boy.

- O de terno preto é representante de um laboratório multinacional de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês com as novidades.

- E a gordinha é a Dona Dirce, a minha mãe.

- "E você, não vai ter alta tão cedo..."

Perguntar Não Ofende

"Quem morre de Gripe Suína, vira
espírito de porco?"

Adoção é coisa séria!

Família que devolveu criança adotada pode pagar indenização
Uma família de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, poderá ser obrigada a pagar até 100 salários mínimos por danos morais causados a uma criança que tinha sido adotada e foi devolvida. A Ação Civil Pública foi movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) nesta terça-feira.

A solicitação do MPE à Justiça inclui ainda o pagamento imediato de pensão alimentícia à criança até ela completar 24 anos de idade. O objetivo da pensão é que ela possa arcar com os custos de tratamento psicológico.

O garoto foi adotado em janeiro de 2008. De acordo com o MPE, os pais alegaram que já conheciam a criança e haviam se encontrado com ela semanalmente durante seis meses. A guarda provisória foi deferida no dia 1º de fevereiro de 2008.

Ainda segundo o MPE, na audiência realizada em setembro de 2008, os pais devolveram a criança sem apresentar justificativa. O abandono teria causado problemas psicológicos à criança.

(Otavio Oliveira, com informações do Ministério Público Estadual)

Amoooooorrr!!!

Seção : Dia dos Namorados - 22/05/2009 12:07

Combustível da vida

Cinco compositores mineiros explicam por que se fala tanto em amor na música.
João Renato Faria - Portal UAI
Reprodução da internet / spyonmysoul.files.wordpress.com


Quem nunca se pegou cantarolando uma música e pensando na pessoa amada, ou dedicou um verso de Vinícius de Morais no colegial, ou até mesmo arriscou uma tão fora de moda serenata? Pois é, música e amor têm tudo a ver. Esta constatação é ainda mais fácil quando se analisa as letras da maioria das canções de sucesso. Todas têm como tema o amor. Mas por que se fala tanto em paixão e relacionamentos na música?

Leia mais: Compositores mineiros escolhem as melhores canções de amor

"O amor é o combustivel da vida, é um desdobramento do seu ser", define a cantora Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu e hoje alçando seu voo solo com o trabalho Onde brilhem os olhos seus. "Por isso, por mais que seja uma experiência tão cotidiana, todo mundo tem o seu amor, ela acontece de uma forma mágica, e aí você vai lá e faz uma música, pro amor que você ganhou ou que perdeu", explica a cantora.

O compositor e cantor Vander Lee também acredita em algo transcendental do amor. "Eu acho que o amor tem a ver com Deus, com espiritualidade, nem acho que seja um sentimento e sim uma atitute, uma coisa que você sente por alguém", explica. Por isso, justamente por este lado misterioso do amor é que se fala tanto sobre ele, acredita o músico. "Nós poetas, e aqui me atrevo a me dizer poeta, somos perseguidores do mistério da vida e o amor talvez seja o maior mistério", aposta.

Outros compositores já têm uma explicação um pouco mais terrena. Para Don, da dupla sertaneja Don & Juan, "o amor é inerente ao ser humano". Por isso, para o cantor, todo mundo se identifica com uma canção de amor. "Eu quando componho,conto da minha experiência, e vejo que tem muita gente que está vivendo aquela mesma história, que aquele momento amoroso é de verdade", explica.

Bauxita, vocalista da banda Código B, concorda com Don. Para ele, o amor é tão falado justamente pela identificação que as pessoas têm com o assunto. "Quando eu comecei a cantar, eu percebi que falar de amor nas música aproxima mais as pessoas", revela. "Então é um assunto que todo mundo se interessa e é o que a gente mais precisa na vida, amor no coração", completa o roqueiro.

O compositor e escritor Fernando Brant dá razão para Don e Bauxita. "O amor é importante na vida de todo mundo, e a música reflete a vida", explica o autor de Travessia. "Por isso, como quem faz a música também é uma pessoa, que tem sentimentos como qualquer um, e tudo que é assunto humano normalmente entra na música, então tem que se falar do amor mesmo, é natural", finaliza.

Composição

Mas se o amor é um assunto tão recorrente na música por ser parte da vida das pessoas, na hora de escrever sobre ele a coisa complica para os compositores. Eles garantem que a maior dificuldade em se falar de amor é não criar algo que seja repetitivo e que já tenha sido feito.

"É tão fácil ou tão difícil compor sobre o amor quanto qualquer tema", garante Fernando Brant, que revela que "é dificil por ser um assunto que muita gente já escreveu. Como o assunto é muito explorado, é complicado achar um enfoque diferente".

Bauxita concorda com Fernando Brant quando ele diz que falar de amor de qualquer jeito é fácil. O difícil mesmo é fazer isto com qualidade. "compor bem sobre o amor é meio complicado. Falar 'eu te amo' é a coisa mais fácil do mundo, mas sentir este 'eu te amo' já é mais difícil, depende de quem voce quer atingir", opina.

Já Fernanda Takai e Don são unânimes em dizer que não importa o assunto, compor sempre é uma tarefa árida. E concordam com a dificuldade de dar uma cara própria às canções, sem ser de uma maneira repetitiva. "Nunca é facil compor sobre nada, e o grande desafio de escrever sobre o amor é fazer de um jeito seu", explica a cantora. Ela dá a dica para quem quiser arriscar. "Você tem que falar sobre ele usando outras palavras ou as mesmas palavras em uma ordem diferente, que faça mais sentido para você, que te represente melhor", ensina.

"Compor é um trabalho diário, é um exercício", explica Don. "E não é facil compor sobre o amor não, é muito mais transpiração do que inspiração, senão as coisas vão para o lugar comum", acredita o cantor.

Vander Lee é o único que discorda dos outros compositores. Para ele, "falar sobre o amor é sempre fácil". "É a mesma coisa que falar sobre Deus, como são milhões de faces e envolve tudo, é muito facil falar", garante. Difícil mesmo, para ele, é o amor chegar às pessoas. "Todo mundo fala de amor, mas poucas pessoas sao tocadas por ele", lamenta.
5月26日

Desorientado

Expresso desorientado

 Míriam Leitão

O presidente Lula é um falador intempestivo e descontrolado. Não demonstra ter noção do peso das palavras proferidas por quem, provisoriamente, ocupa o cargo de presidente, não tem apreço pelo comedimento, se entrega a surtos de egolatria. Na Turquia, chamou de trambiqueiras empresas que o BNDES salvou. Acusou de medíocres os ex-governantes e não poupou nem Pedro II.

A viagem do presidente foi um expresso desorientado. Dedicou quase o mesmo tempo a parceiros de pesos diferentes em nossa relação comercial e econômica: com a Turquia, o Brasil teve um comércio de US$70 milhões em abril, com a Arábia Saudita, de US$270 milhões, enquanto que com a China, de US$3,2 bilhões. O volume tornou os chineses nossos maiores parceiros comerciais no mês, superando os americanos.

Publicamos aqui, no dia 25 de abril, que a viagem à China tinha sido encurtada de cinco para dois dias no momento errado, quando o país é cortejado pelo mundo inteiro e as relações com o Brasil estavam se adensando.

Mais um erro do Itamaraty, que não foram poucos, nessa viagem. Pelo relato de Deborah Berlinck, a primeira dama teve que improvisar um véu na Arábia Saudita. Não é dela a culpa, evidentemente. Para isso, existem os especialistas em protocolo. Os sauditas são muito mais radicais na repressão aos direitos da mulher que outros países islâmicos. Por ser a sede das duas cidades sagradas, Meca e Medina, na direção das quais os muçulmanos rezam diariamente e para as quais peregrinam, a Arábia Saudita sempre tentou ser a líder religiosa do mundo árabe. Quando se anda por Riad, é possível ver mulheres de rosto descoberto. Mas não são as sauditas, são as sírias, libanesas, palestinas com hábitos mais flexíveis. Mulheres sauditas não saem às ruas sozinhas, não dirigem carros, são confinadas em casa até serem entregues aos seus maridos, mediante pagamento de dote, são consideradas culpadas e condenadas a prisão e chibatadas caso sejam estupradas. Até recentemente, eram decapitadas caso se recusassem ao casamento arranjado pelo pai. Um horror sobre o qual se fala pouco, dada a dimensão das reservas de petróleo e dos laços estratégicos que a Arábia Saudita tem com os Estados Unidos.

O país é governado pela mesma família, Saud, do Rei Abdul Aziz, desde os anos 30 do século passado. Um dos estratagemas do rei para superar as rivalidades e unir as tribos foi casar-se com uma mulher de cada tribo e, com elas, ter 36 filhos homens que se sucederam no trono. Um pequeno briefing por parte do Itamaraty, obrigação nas viagens, ajudaria o presidente a não perguntar por que algumas mulheres cobrem o rosto e outras não. Também ajudaria Dona Marisa a não ter que improvisar um véu para ir ao palácio presidencial, onde, naturalmente, não se encontrou com homens, mas esteve em sala separada com as mulheres. O risco de não dar informações necessárias à comitiva é o de cometer gafes que podem arruinar uma viagem.

Na China, o resultado tão comemorado era, em parte, notícia velha, como a confirmação do já anunciado empréstimo de US$10 bilhões para a Petrobras.
Assunto já líquido e certo há meses. Ao discursar por lá, de novo o presidente Lula mostrou possuir informações vencidas na área climática. Voltou a sustentar a tese de que quem deve ter metas de emissão de gases de efeito estufa são os países que mais emitiram no passado. Era uma forma de agradar ao país anfitrião, hoje o maior emissor. Lula errou na mensagem.

A China já está avançando rapidamente na tentativa de conversão da sua economia para redução das emissões de carbono, porque o crescimento sem preocupação ambiental, dos anos anteriores, provoca frequentes e penosos desastres ambientais. Disputar o direito de poluir podia até fazer sentido quando não se sabia todo o risco que o planeta corria.
A teimosia do Itamaraty nessa posição pró-carbono só confirma que queremos chefiar o atraso, quando poderíamos, com todo o nosso patrimônio ambiental, ser parte da liderança das inovações inevitáveis.

Mas foi na Turquia que se ouviu o surto de impropriedades do presidente Lula. Para ele, todas as empresas que perderam com a alta do dólar são trambiqueiras e estavam especulando. Faltou explicar por que o BNDES as socorreu tão prontamente, virando sócio e emprestando dinheiro subsidiado para o resgate da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel; por que o Banco do Brasil emprestou para a Sadia logo no primeiro rombo; por que o Banco Central liberou reservas para que os bancos emprestassem para as empresas com dívidas no exterior. Trambique é golpe sujo. As empresas erraram, reconheceram o erro, anunciaram seus prejuízos e estão se reorganizando. Ou são trambiqueiras ou são empresas nas quais o governo pode pôr o dinheiro do contribuinte. O presidente precisa sanar essa contradição.

Na falação turca, Lula mandou os jornalistas viajarem mais. Os que cobrem a Presidência não fazem outra coisa nos últimos anos. O presidente está convencido de que é o único governante que tem grandeza. Até Pedro II, hoje com suas virtudes reconhecidas pelos republicanos, foi tratado com desprezo e atingido pelas farpas de Lula, o Grande. Seus impulsos, cada vez mais incontidos, mostram que qualquer minuto de seu mandato, além dos oito anos previstos em lei, seria excessivo.

Edith Piaf

Recomendo a quem não viu o filme, ver.

A letra está abaixo:

  




NON, JE NE REGRETTE RIEN
Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)

Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!

Varridos os amores
E todos os seus "tremolos" (4)
Varridos para sempre
Recomeço do zero.

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!


Inté.