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8月31日 O Inferno CongelouWalt Disney Company compra a Marvel Entertainment [ATUALIZADA]Notícia pegou o mundo do entretenimento de surpresaA notícia pegou o mundo do entretenimento de surpresa nesta segunda-feira: a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment, Inc. e seu catálogo de mais de 5 mil personagens. Sim, Homem-Aranha e Mickey Mouse agora são parte do mesmo grupo empresarial. A aquisição, segundo comunicado oficial, é parte de uma estratégia da Disney de foco em "conteúdo de marcas de qualidade, inovação tecnológica e expansão internacional". A compra foi efetuada por aproximadamente 4 bilhões de dólares. Com isso, a Disney passa a ter um portfolio de personagens que inclui alguns dos mais lucrativos do mercado do entretenimento hoje, como Homem de Ferro, X-Men, Capitão América, Quarteto Fantástico e Thor. O que isso significa para os acordos de publicação, distribuição e adaptação em mídias diversas ainda é incerto - mas os contratos atuais devem ser honrados, com mudanças a médio e longo prazo. O board de diretores das duas empresas já aprovou a aquisição, mas ela ainda deve ser submetida às leis antitruste dos Estados Unidos. O Omelete publicará um artigo analisando o assunto ainda hoje. Aguarde. Atualização - 12h20 -
Como esperado, a Disney informou que todos os contratos vigentes serão
honrados, incluindo aí os acordos cinematográficos com Sony (Homem-Aranha, Motoqueiro Fantasma), Paramount (Vingadores, Homem de Ferro) e Fox (Wolverine, X-Men). Além disso, John Lasseter,
diretor criativo da Disney Animation e chefão da Pixar, declarou que
encontrou-se com representantes da Marvel para discutir possibilidades
criativas de trabalho entre as duas empresas. Falta do que fazer dá nisso!Alemães se divertem jogando futebol na 'Olimpíada do Barro'
Silvia
Dalben - Portal UAI |
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Criada em 1998, a banda de pop-rock Móveis Coloniais de Acaju, de Brasília, despontou apenas nos últimos anos para o sucesso nacional. Com um estilo original e letras divertidas, lotam shows por onde passam e já se apresentaram até em festivais na Europa. Em todas as entrevistas, à inevitável pergunta sobre o curioso nome da banda seus integrantes respondem: é uma referência a um “obscuro episódio da história do Brasil, a Revolta do Acaju”. Segundo eles contam no site oficial da banda, em 1813 os índios javaés, que tradicionalmente usavam a madeira de acaju (cedro) para produzir móveis em estilo colonial, se uniram aos portugueses para expulsar da Ilha do Bananal (no atual estado do Tocantins) invasores ingleses que se apoderaram da região – um episódio que lembraria a Batalha dos Guararapes, no século XVII, em que os holandeses foram derrotados por uma união de portugueses e brasileiros.
A referência à “Revolta do Acaju” seria uma forma de afirmar a identidade nacional da banda. “Perseguimos o inusitado, algo que tivesse a ver com o Brasil e dialogasse com o mundo”, disse o vocalista da banda, André Gonzáles, a ÉPOCA, na edição 584, datada de 27 de julho. Dezenas de sites e órgãos de imprensa sérios, nos últimos anos, reproduziram a história contada pela banda, sem questionamento. ÉPOCA também publicou a versão dos roqueiros. Deveria ter checado os fatos com historiadores antes da publicação, mas, de boa-fé, não supôs que estava sendo vítima de um trote. Diante da suspeita de que teríamos publicado uma informação falsa, fizemos nossa obrigação: procurar a verdade. ÉPOCA apurou o caso, concluiu que a suposta Revolta do Acaju não passa de uma invenção da Móveis Coloniais e obteve de um ex-integrante da banda a confissão de que tudo não passou de uma brincadeira.
Quem nos colocou na pista da fraude foi, curiosamente, um leitor que se identificou como David Fernando Nogueira da Silva, que seria primo de um dos integrantes da banda, Esdras Nogueira. Dizendo ser “professor de história, mestre em história cultural pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)”, David alertava que a história não passava de uma “besteira”. Consultado por telefone às 22h30 do dia 6 de agosto, Esdras Nogueira negou a acusação e a atribuiu a alguma intenção “maquiavélica”. Estranhamente, pouco mais de uma hora depois da conversa com Esdras, David Nogueira enviou um e-mail a ÉPOCA (às 23h55), nos seguintes termos:
“Em 31 de julho enviei e-mail a esta redação comentando a reportagem sobre a banda brasiliense ‘Móveis Coloniais de Acaju’. Em meu e-mail afirmava o estranhamento em relação a uma revolta na Ilha do Bananal que teria dado origem ao nome da banda. Após o envio do e-mail entrei em contato com algumas referências à dita revolta, que ao que tudo indica, tem certa importância em estudos sobre a história do Tocantins. Assim sendo, gostaria de me desculpar com essa redação e com o repórter pelo e-mail anterior, abaixo reproduzido.”
Tudo isso convenceu a redação de que havia a intenção de insistir no trote grosseiro, a essa altura evidente. ÉPOCA consultou especialistas em história indígena, professores das universidades federais de Tocantins e Mato Grosso, à procura de algum traço de verossimilhança na suposta Revolta do Acaju. Tudo indicava tratar-se de uma falsificação grosseira. O site oficial da banda apresentava um suposto trecho de uma tese de mestrado de um "professor de História da Universidade Federal do Tocantins" chamado “David N” – mesmo nome e inicial do sobrenome de David Nogueira, primo de Esdras Nogueira. Para confundir o leitor, a suposta tese misturava fatos históricos conhecidos – incluindo notas de rodapé com citações acadêmicas – e detalhes inverossímeis. A falsa revolta estava descrita, sobretudo, no último parágrafo do texto, cheio de erros de pontuação.
“Não é de se estranhar por isso que os britânicos tenham se apoderado, dentre outras coisas, da ilha do Bananal. Vindos em três ondas sucessivas pelo rio Tocantins, muito provavelmente ainda em busca do mítico ‘El Dorado’, hordas de exploradores e salteadores ingleses ocuparam e expulsaram da ilha parte da população indígena e portuguesa que ali vivia. Contudo, o pior para aqueles homens foi ver a destruição sistemática de suas criações. Calcula-se que mais de meia tonelada de madeira, em forma de móveis coloniais e cachimbos xamanísticos tenham sido destruídos pelos ingleses. A destruição, de maneira tão cruel e fortuita de objetos que tinham ao mesmo tempo uma importância econômica e ritualística causou uma revolta generalizada em toda a ilha. Hordas de colonos se uniram a dezenas de tribos indígenas para lutar sozinhos contra a opressão inglesa. Sabiam que não podiam contar com a ajuda do governo português, que ademais estava sujeito às vontades de Londres. Em um dos atos mais heroicos e marcantes da nossa história, portugueses e indígenas acabaram por expulsar no dia 05 de fevereiro de 1813 os últimos ingleses que ainda estavam aportados na ilha. Em uma batalha que tem para o Brasil o mesmo valor simbólico de uma batalha de Guararapes, a Revolta de Acaju (sic), como ficou conhecida, devolveu àqueles homens e mulheres o direito de viver em sua terra e de produzir a sua arte.”
Esse texto era inverossímil por uma série de detalhes.
- Em 1813 a Inglaterra mantinha excelentes relações com Portugal. Ajudara anos antes Dom João VI e sua Corte a fugir de Lisboa para o Rio de Janeiro, para não caírem prisioneiros das tropas napoleônicas invasoras.
- Não há nenhum registro de presença inglesa na Ilha do Bananal.
- Os índios javaés viveram isolados até o final do século XIX, quando ocorreram os primeiros contatos de brasileiros e europeus com eles. Não poderiam, portanto, produzir móveis coloniais de espécie alguma, muito menos aliar-se aos portugueses em 1813.
- Não há cedro na Ilha do Bananal para a produção de “móveis coloniais de acaju”.
Provar uma negativa, porém, é sabidamente difícil. Comprovar que um evento histórico não aconteceu é bem mais complicado do que comprovar outro que de fato tenha ocorrido. Mesmo os professores universitários ouvidos por ÉPOCA, embora nunca tivessem ouvido falar de episódio semelhante, disseram que precisavam pesquisar a história da Ilha do Bananal.
ÉPOCA voltou a procurar Esdras Nogueira, por telefone. Titubeante, ele admitiu apenas o seguinte: “Na verdade, não sei se a história é verídica ou não. Estou achando que é.” Disse que o texto que está no site da banda “foi tirado da internet”, mas que ele não se lembrava de onde e que a página original não existia mais. ÉPOCA enviou e-mails a David Nogueira, que não deu mais sinal de vida. Esdras se recusou a dar o contato do primo David, dizendo “não ter muito contato” com ele. No site oficial da banda um leitor comenta que “David N”, o autor da falsa tese sobre os javaés, é primo de Esdras.
A verdade veio enfim de Leonardo Bursztyn, ex-integrante da banda que hoje é doutorando em Economia na Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Confrontado a esses fatos por ÉPOCA, ele reconheceu por e-mail que ele foi o autor da brincadeira – e que já era tempo de a verdade ser esclarecida. Eis o que ele escreveu à repórter Livia Deodato:
“Pois é, fui eu quem batizei a banda, sim.
A origem do nome é realmente algo misterioso... pouca gente conhece a revolta.
Possivelmente porque ela nunca existiu.
Para falar a verdade, o nome não tem uma explicação definida. Eu
simplesmente queria colocar um nome exótico e estava lendo um livro em
que um ladrão roubava um bilhete de loteria de uma mesa da madeira
acaju. Acho que era um livro francês sobre o ladrão Arsène Lupin.
Acaju. Nome engraçado. Dali foi.
Eu pensei nessa estória (ou
história) da Revolta do Acaju pois precisava de uma explicação mais
legal para o nome. E achei que seria interessante fazer uma brincadeira
e ver se as pessoas cairiam. Afinal, ninguém gosta de assumir que não
conhece algo. Então a idéia era fazer as pessoas dizerem: "sim, claro
que conheço", quando na verdade o episódio nunca existiu.
Eu nunca tinha contado a verdade para ninguém ainda. Mas acho que já estava na hora...
Sabe o que seria legal? Se você fizesse uma matéria sobre o fato de os
professores reconhecerem a revolta quando ela nunca existiu... diz
muito sobre os professores que a gente tem.
Desculpa por te decepcionar com a estória”
O livro a que Bursztyn se refere é Arsène Lupin contre Herlock Sholmes, romance policial escrito em 1908 pelo francês Maurice Leblanc. Nele, o “ladrão de casaca” Lupin engana Sherlock Holmes (cujo nome foi alterado porque seu criador, Arthur Conan Doyle, não autorizou Leblanc a usar o personagem). Um móvel de acaju e um bilhete de loteria roubados por Lupin estão no centro da intriga do livro. Daí Bursztyn tirou a ideia. Ele explicou também a divisão de tarefas na criação da mentira.
“Quanto à estória, eu pensei nos detalhes de ser na Ilha do Bananal, século XVIII, portugueses, ingleses, e índios e destruição de móveis. Daí o tio (ou primo) do Esdras (saxofonista) escreveu o texto para dar uma caprichada.
Só que agora sou quase um sério doutor em Economia e não posso mais ficar inventando estória!”
Bursztyn se engana quando afirma que professores “reconheceram a revolta”. ÉPOCA não encontrou nenhum que confirmasse a existência de uma “Revolta do Acaju” na Ilha do Bananal em 1813. Talvez o episódio diga muito sobre nossa imprensa, mas os professores consultados por ÉPOCA não caíram na esparrela.
O trote da banda Móveis Coloniais de Acaju é
desrespeitoso com os índios javaés, da Ilha do Bananal e do Estado de
Tocantins, que têm uma história rica, que merece ser tratada com
seriedade. Poderia ter sido apenas uma brincadeira de mau gosto. Mas
seus integrantes se aferraram à mentira, mesmo tendo sido confrontados
à verdade. Eles se divertiram com a farsa durante muito tempo, mas,
como disse Bursztyn, “já estava na hora” de a verdade ser conhecida.
David Nogueira, se realmente for mestre de história, mostrou pouco caso
com a matéria que estuda ao compactuar com uma fraude e dizer a ÉPOCA
que haveria “referências” indicando a real ocorrência da tal Revolta do
Acaju. Na era da internet, trotes como esse acabam virando “fato”.
Muitos jovens estão acostumados a tomar como verdadeiro tudo o que leem
na internet. Pelo bem de seus fãs, a Móveis Coloniais de Acaju faria
bem em ressalvar no seu site que a história que contam é fictícia,
agora que a brincadeira foi esclarecida.
O beijo por si só é uma arte e o Kama sutra reconhece seu poder
Quem disse que "um
beijo é só um beijo" certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o
fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente. O
vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem
transmitir.
O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu
poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há
descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo
devem ser usados.
O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o
tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte
reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o "sétimo
céu".
Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito
inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos,
existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade
que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade
e paciência.
Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos
são:
1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se
inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma
das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças
inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da
língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também
um modo de estimular a paixão entre o casal.
2. Beijo
inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa,
que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais
que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as
preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de
frente.
3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem
diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em
que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e
levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode
expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de
língua.
4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente
com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não
convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos
lábios e pode sair sangue.
5. Beijo superior
Quando um dos
dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o "carinho"
beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa
do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma
possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e
mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo
possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a
responder a iniciativa do outro.
6. Beijo broche
Quando um dos
dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o
que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua,
esse beijo chama-se "luta de língua".
7. Beijo
palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos
bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos
lábios).
8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a
língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.
9. Beijo
para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que
costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.
10. Beijo
para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a
algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos.
Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo
o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa,
os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a
nuca e o pescoço junto com a clavícula.
11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de
beijá-la, com os dedos.
12. Beijo com os cílios
Quando se
percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com
beijos.
13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca
da amada por dentro e por fora com um dedo.
14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da
amada e faz uma pressão sobre sua boca.
15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o
outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.
16. Beijo que
demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois
se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.
17.
Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a
satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a
cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do
pé.
18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na
presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo
alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para
a parceira.
19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois
sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu
retrato.
20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos
sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do
corpo é uma forma de excitação garantida.
21. Beijo no peito
Os
beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios,
suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a
parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os
dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de
dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.
22. Beijo sem
pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais
controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do
corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.
Onde há
amor, há dor
Segundo a tradição erótica da Índia, a mordida é um elemento
muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de mordidas com toda riqueza de
detalhes.
As mordidas costumam ser dadas em quase todas as partes do
corpo e vão desde a mordida brincalhona, mais provocadora que erótica, até o
forte apertão com os dentes que costuma ser dado no calor da paixão e faz com
que os orgasmos sejam mais duradouros. No entanto, muitos costumam evitar este
último tipo de mordida, porque é difícil de controlar e costuma deixar marcas
muito evidentes. Também porque durante o orgasmo as mandíbulas podem sofrer um
espasmo e fechar com força, o que pode ocasionar feridas.
As mordidas
recomendadas pelo Kama Sutra são:
23. Mordida de Javali
O
rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras
e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos
javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro.
24. A
nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo,
produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que
este tipo de mordida deve ser feita no peito.
25. Mordida escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada
no lábio inferior.
26. Mordida clássica
Quando se pega com os
dentes uma grande quantidade de pele.
27. O ponto
Quando se
pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique
uma marca como um ponto vermelho.
28. A linha dos pontos
Quando
essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam
sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.
29. O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são
o coral e os dentes são a jóia.
30. A linha de jóias
Quando se
dá uma mordida com todos os dentes.
Superávit primário até julho soma R$ 38,4 bilhões, o equivalente a 2,25% do PIB, anuncia o Banco Central
Fernando Nakagawa e Fábio Graner, da Agência Estado
O que o governo economizou não foi suficiente para pagar os juros da dívida. Com isso, o déficit nominal em julho subiu para R$ 12 bilhões. Em julho de 2008, o saldo negativo foi de R$ 7,883 bilhões. Segundo os dados do Banco Central, a maior contribuição para o déficit nominal foi do governo central, que respondeu por R$ 13,125 bilhões. Uma pequena fração desse déficit foi compensada pelo superávit nominal das empresas estatais, de R$ 207 milhões em julho.
O superávit primário é o resultado da arrecadação do governo menos os gastos com as autarquias municipais, estaduais, federal e as empresas estatais. Neste cálculo, não é levado em conta o pagamento de juros da dívida.
Ainda de acordo com o BC, o
superávit primário de janeiro a julho somou R$ 22,640 bilhões no governo central
(1,32% do PIB); R$ 16,117 bilhões nos governos regionais (0,94% do PIB) e
déficit de R$ 323 milhões nas estatais (0,02% do PIB).
Segundo o Banco
Central, nos primeiros sete meses do ano, as estatais federais acumularam
déficit primário de R$ 2,205 bilhões (0,13% do PIB). No acumulado em 12 meses
até julho deste ano, o superávit primário do setor público acumula R$ 52,085
bilhões, correspondente a 1,76% do PIB.
Nesse período, a contribuição do
governo central foi de R$ 25,497 bilhões (0,86% do PIB); os governos regionais
apresentaram resultado primário positivo de R$ 24, 629 bilhões (0,83% do PIB) e
as estatais contribuíram com R$ 1,960 bilhão (0,07%), sendo que as empresas
federais tiveram déficit de R$ 905 milhões.
Piada contada na Praça João Lisboa
em São Luís (MA), pelos frequentadores do Largo fronteiro aos Correios:
SARNEY E O DIABO
Em uma de suas viagens, no jatinho do
laranja dono de uma faculdade maranhense, Sarney, com o seu pijama de seda,
fazia a leitura diária de seu Maquiavel em um aposento privativo do avião.
No mesmo vôo, vinha sua assessoria e os
puxa.
Em dado momento eis que aparece o diabo.
Nesse instante, para não perder a viagem,
o coisa ruim disse que o jato
iria
cair e todos morreriam e começou a fazer
o avião balançar muito.
Apavorados, os assessores foram até a
cabine onde se encontrava o tranqüilo chefe e contaram o que estava acontecendo.
Zangado, o Senador saiu do cômodo e foi
ter com o diabo e
perguntou:
- Você sabe quem sou
eu?
O Diabo: - Sim, o
Sarney!
Sarney: - Você sabe quem mandou prender o
Zé Reinaldo usando seu prestigio junto à Justiça e à PF para satisfazer os
caprichos de uma filha mimada?
O Diabo: - Com certeza foi Vossa
Excelência.
Sarney: - Você sabe quem manda no Amapá e
até no desafeto Capiberibe?
- É o
senhor.
Sarney: - Você sabe quem não deixou o
atual Governador do Estado do Maranhão trabalhar e irá tirá-lo do cargo no
tapetão?
O Diabo: - O senhor é fogo..., não há
dúvida que é o
senhor!
Sarney: - Você sabe quem manda no Lula e em centena de
petistas?
O Diabo: - O senhor, é
claro!
Sarney: Você sabe quem mandou durante
quarenta anos no Maranhão,
transformando-o no Estado mais pobre e
que tem o menor IDH do país,
construiu também um mausoléu num lugar
que era do Estado só pra
satisfazer seu
ego?
O Diabo: - É demais! Foi Vossa
Excelência!
Sarney: - Sabe quem dá as cartas na
Eletronorte, BNDES, Ministério das Comunicações, Correios, Petrobrás e tem
grandes influências em quase todos os Ministérios e na Câmara dos
Deputados.?
O Diabo: - Não tenho dúvidas que é Vossa
Excelência.
Sarney: - Você sabe quem é sócio de um
Banco em Miami, foi sócio do ex Banco Santos, é sócio de uma indústria de
automóveis na Índia, sócio de
um
grande hospital, de um shopping e de dois
prédios na avenida mais
movimentada de São Luís, além de possuir
vários quadros famosos e
livros raros em uma
ilha?
O Diabo: - Isso nem eu sei dizer de quem
é, mas na dúvida..., acho que é do
Senador.
Sarney: - Sabe quem Ricardo Murad chama
de painho e toma a benção todo dia por telefone antes de sair de
casa?
O Diabo: - Francamente..., é o
senhor!
Sarney: - Você sabia que agora sou
Presidente do Senado só para abafar
uma
investigação da PF e tirar o Tarso Genro,
tudo para mostrar ao Lula
quem
manda?
O Diabo: - És pior que
eu!
Sarney: - Sabe quem possui o maior
império de comunicação do Brasil para manipular pessoas em um Estado que tem um
dos maiores índices de analfabetismo do
país?
O Diabo: - Cruz credo! És
tu.
Sarney: - Sabes quem é meu
genro?
O Diabo: - Vou
enfartar...
Sarney: - Se liga! Se eu morrer, com
certeza, vou para o inferno.
O Diabo: - Sai pra lá, coisa
ruim!
Neste exato instante o diabo sumiu e o avião parou de
balançar e tudo ficou como antes.
E O PIOR, O HOMEM PODE NÃO TER FALADO AINDA COM O DIABO,
MAS O RESTO É TUDO VERDADE !!!!!
Gripe Suína - Mudando
a Mente para se proteger
O vírus causador da gripe é chamado de
Influenza.
Gripe = Influenza = Influência = não fluir, não ser
espontâneo.
Segundo a autora Louise Hay em seu livro “Cure seu Corpo”, o
padrão de pensamentos e de comportamento de quem adquire gripe é :
- Reação
à negatividade. Temor. Deixar-se influenciar pelas opiniões alheias.
E o novo
padrão de pensamentos que devemos ter, em substituição ao padrão acima é:
-
Estou acima de crendices e imposições sociais. Estou livre de influências e
pressões.
É interessante observarmos que em casos recentes de gripes
epidêmicas ou pandêmicas houve situações de negatividade e temor em caráter
mundial e a população sofreu grande influência (Influenza) da opinião pública,
despertando o medo e o temor em relação ao futuro.
Observe abaixo um
descritivo resumido de cada surto epidêmico ou pandêmico de gripe:
1) 1918
> Gripe Espanhola: após a Primeira Guerra Mundial ( 20 a 40 milhões de
vítimas)
2) 1933 > Surto
ligeiro: após a queda da bolsa de valores de 1.929
3) 1946 > Surto
ligeiro: após a Segunda Guerra Mundial
4) 1957
> Gripe Asiática: após Pacto de Varsóvia (ameaça de uma 3ª Guerra Mundial)
5) 1968 Gripe de
Hong Kong: após o início da Guerra do Vietnã ( ameaça de uma 3ª Guerra Mundial)
6) 2004 Gripe
Aviária: após ataque à NY e Guerra do Iraque ( ameaça de uma 3ª Guerra
Mundial)
7)
2009 Gripe Suína: após a Crise Financeira Mundial atual
Segundo o
horóscopo chinês, o signo do porco está associado à prosperidade.
Também em
várias culturas a imagem do porco está associada à cofrinhos, à fartura e à
riqueza.
A principal
atitude para evitarmos qualquer gripe é confiarmos no processo da vida e não
sermos INFLUENCIADOS pela situação geral; não termos medo do futuro.
No caso específico
da gripe suína, devemos evitar o temor em relação às questões econômicas e
financeiras. Devemos confiar na Provisão Divina e na Prosperidade do
Universo.
Não
adquira Influenza. Não seja influenciado! Não se deixe influenciar pelas
notícias de “Crise Financeira Mundial”.
Acredite no
Futuro, acredite na Vida! Vamos FLUIR!
No meu livro “Viagem à cidade espiritual de Necanerom”, referindo-me as pesquisas da Física Quântica, eu trato exatamente do poder mental, do pensamento, da necessidade de não nos deixarmos influenciar por notícias veiculadas na impressa. Segundo o que sabemos espiritualmente, muitas notícias objetiva exatamente atingir as pessoas, causar medos e logicamente causar doença, domínio. Em junho de 2008, escrevi o artigo “Tempo de despertar” que fala sobre essa questão. Veja um trecho do artigo:
Nesse sentido outra estratégia dessas forças antagônicas pode ser vista também na mídia mundial, que está a todo tempo estimulando o medo ao falar tanto na violência; estimulando a doença e o medo dela, por tanto dissertar sobre esse tema. Atrai-se o que efetivamente é pensado. Quanto mais se fala em droga, em violência, em doença mais está se estimulando tais comportamentos, sentimentos ruins e, essencialmente, o medo.
E qual é o interesse de se ter a população vivendo esses sentimentos negativos? É tudo questão de domínio por interesse energético. Quando sentimos sensações negativas: ciúme, inveja, ódio, medo etc. emitimos energias que são captadas por forças astrais. Essas energias são alimentos para essas entidades do mundo astral, que há muito tempo tem mantido o homem terreno escravizados.
Temos que combater isso, somente pensando no amor, na paz, na saúde, na fartura de água e alimento para todos de nosso planeta. É preciso pensar e visualizar o nosso planeta saudável e em paz, recebendo o nosso amor e nos doando amor e vida.
(Tempo de Despertar – 2008) para ler o artigo completo, clique aqui)
PERGUNTA
SEXOLÓGICA DO DIA
Você sabe a
que
velocidade
máxima
consegue um
homem
fazer amor,
sem se
cansar?
A 68 Km/h,
porque se for a 69...
já vai com a língua de
fora!!!
26/08/09 - 18h03 - Atualizado em 26/08/09 - 18h06
Apresentadora se irritou com comentários sobre ela e a filha.
Xuxa começou a usar há um mês o serviço de microblogging.
Do G1, em São Paulo
Tamanho da letra
A apresentadora Xuxa Meneghel deixou um recado em seu Twitter na
noite desta terça-feira (26) após discutir com alguns de seus
seguidores no serviço de microblogging.
"fui vcs não merecem falar comigo nem com meu
anjo (sic)", escreveu Xuxa, respondendo a provocações de
internautas que criticaram seu português e o da filha, Sasha.
"pra quem não sabe minha filhafoi alfabetizada em
ingles,vou pensar muito em colocar elapra falar com vcs ,ela não
merece ouvir certas m..", desabafou a apresentadora.
No momento da publicação desta reportagem, seu
último post no Twitter havia sido registrado 18 horas atrás.
Xuxa, que aderiu há menos de um mês ao popular
serviço de micropublicação - o Twitter só aceita textos com até
140 caracteres -, já contabiliza mais de 78 mil seguidores.
Há cerca de uma semana, ela recebeu críticas de
alguns dos seguidores por escrever sempre em letras maiúsculas,
algo que na etiqueta da internet é considerado agressivo ou
falta de educação.
"EU NÃO ESTOU GRITANDO, NEM QUERO SER MAL
EDUCADA, GALERA. SEMPRE QUE ESCREVO NO COMPUTADOR, ESCREVO
ASSIM. É O MEU JEITINHO!", escreveu a loira em 19 de
agosto. Cinco dias depois, tentou se adaptar: "olha q feio
assim. gostaram?????? nada vê comigo. posso voltar???? OIEEEEEEE
, VOLTEI".
O G1 procurou a assessoria de imprensa de Xuxa por telefone e e-mail, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
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A idéia é que seja um mural onde
as pessoas podem expor suas queixas sobre serviços ou produtos, visíveis a todos
que acessarem o site.
O interessante é que, sem burocracia, os problemas são solucionados com mais rapidez. Quando um consumidor reclama de um produto de alguma empresa, essa empresa recebe um e-mail dessa queixa. E como a empresa preza por sua imagem, ela tende a ser eficiente na solução, que será aberta ao público. O que tem dado muito certo, já que 70% dos casos são resolvidos. E o tempo médio é de menos de uma semana, diferente do PROCON que tem a média em 120 dias. www.reclameaqui.com.br
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